Que A Sombra do Vento é o meu livro preferido até à data, não há dúvida nenhuma; que Carlos Ruiz Záfon juntamente com João Tordo são os escritores preferidos até à data, também não há dúvida nenhuma.
Mas este Prisioneiro do Céu tira qualquer um do sério... 400 páginas em dois dias e nem dei conta disso. É simplesmente genial! Não tira o mérito ao primeiro, primeiro é primeiro e A Sombra do Vento é do melhor até agora. O segundo livro do autor já não gostei tanto, é Barcelona descrita como só ele sabe, é a escrita dele, mas não tem tanto encanto como o primeiro e agora o terceiro.
Fiquei vidrada durante dois dias e só tinha vontade de voltar a ler os outros dois livros anteriores. Apesar de serem as mesmas personagens, os livros são independentes uns dos outros e podem ser lidos na sequência que o leitor quiser.
Barcelona aos olhos deste senhor é ainda mais encantadora.
"À parte disso, tenho em mim todos os sonhos do mundo."
sexta-feira, 14 de dezembro de 2012
quinta-feira, 13 de dezembro de 2012
domingo, 9 de dezembro de 2012
Operação Natal
A parte positiva é que na teoria já encontrei algo que quero oferecer e a quem, ligando o engraçado às necessidades da pessoa.
A parte negativa é encontrar aquilo que pensei.
Não está mesmo nada mau...
A parte negativa é encontrar aquilo que pensei.
Não está mesmo nada mau...
Das leituras...
Aqui há tempos estava a ler um livro que pelo título o meu comentário foi: "é mais do mesmo...", o livro chamava-se A última testemunha de Auschwitz, não foi 100% mais do mesmo, foi um bocado mas não por completo. É claro que é sempre chocante, estamos a falar de relatos de acontecimentos reais, que nos deixa a pensar como é possível algo deste género ter acontecido...e nem foi assim há tanto tempo.
Quando o acabei foi pela altura do meu jantar de despedida em Sines, e estava de conversa com uma amiga do trabalho que me aconselhou outro livro também acerca do campo de Auschwitz mas de outra perspectiva, continua a ser visto de dentro, por um judeu Italiano, mas tem outra maneira de ver o campo, fala mesmo das leis (ou falta delas) dentro do campo, regulamentos e hierarquias, o modo de funcionar, como sobreviver. Não é um relato igual a tantos outros já publicados é mais um relato sobre as estratégias de sobrevivência, com referência a acontecimentos claro, mas a explicar como funcionava lá dentro.
"A memória é um instrumento curioso: enquanto estive no campo, dançaram-me na cabeça dois versos escritos por um amigo meu há muito tempo:
Daqui, recomenda-se: Se Isto É Um Homem de Primo Levi
Quando o acabei foi pela altura do meu jantar de despedida em Sines, e estava de conversa com uma amiga do trabalho que me aconselhou outro livro também acerca do campo de Auschwitz mas de outra perspectiva, continua a ser visto de dentro, por um judeu Italiano, mas tem outra maneira de ver o campo, fala mesmo das leis (ou falta delas) dentro do campo, regulamentos e hierarquias, o modo de funcionar, como sobreviver. Não é um relato igual a tantos outros já publicados é mais um relato sobre as estratégias de sobrevivência, com referência a acontecimentos claro, mas a explicar como funcionava lá dentro.
"A memória é um instrumento curioso: enquanto estive no campo, dançaram-me na cabeça dois versos escritos por um amigo meu há muito tempo:
...até que um dia
já não terá sentido o amanhã.Aqui é assim. Sabem como se diz "nunca" na gíria do campo? "Morgen Fruh", amanhã de manhã."
Daqui, recomenda-se: Se Isto É Um Homem de Primo Levi
sábado, 8 de dezembro de 2012
Daqui recomenda-se...
Ultimamente os filmes que ando a ver rondam isto...
É antigo, é verdade, mas é excelente! Muito bom!
Fora ali a parte que um corta o calcanhar de aquiles ao gajo, nunca mais olhei para os meus calcanhares da mesma maneira.
terça-feira, 4 de dezembro de 2012
segunda-feira, 3 de dezembro de 2012
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