"À parte disso, tenho em mim todos os sonhos do mundo."

sexta-feira, 28 de dezembro de 2012

Até já 2012!


No início de uma batalha contra uma gripe que tenta lançar a sua cavalaria contra mim, maaas...nada vai desanimar este gosto que tenho por fazer e desfazer malas :)
Aproxima-se uma (quase) semana de descanso e muito relax, bem merecidos verdade seja dita, aqui a pessoa vai dar início aos festejos de passagem de ano a partir de amanhã! Oh yeah! E só não comecei dia 1 de Dezembro porque parecia mal. Brincadeira. Amanhã rumo ao sul do país, sou a última pessoa do mundo a gostar do Algarve, mas convenceram-me a ir e o que importa é a companhia, certo? E nessa parte estou em modo 5*.
Amanhã começa cedo a tentativa de levar pouca coisa...hoje estou incapaz por culpa desta filha da mãe de gripe! Mas também, é para ir de carro, voltar de carro, logo malas a mais? Who cares? Nin-guém!

Vai ser bom ter estes dias de novos ares, de calma (espero), de pausa nos treinos, e nos dias acelerados...
E mais que isso, vai valer a pena :)

Por isso,
um volto já bem cheio dos melhores desejos de tudo para este 2013 que se aproxima (corro sérios riscos de não vir aqui antes de meter o pé direito no novo ano)

Quem passar o ano a assistir a casa dos segredos é ovo podre!!!


segunda-feira, 24 de dezembro de 2012

Feliz Natal!


Amanhã avizinha-se um dia daqueles muitooo compridos e longe vai o tempo que dormia a sesta na véspera de natal, para a minha mãe tratar de tudo sem eu andar a destruir, e para o pai natal chegar mais depressa... Ingenuidade de criança é sempre uma coisa fofinha!

Assim, um bocadinho adiantado, mas salvaguardando que estarei muito ocupada a fazer qualquer coisa útil cá em casa (a minha mãe é doutorada em delegar tarefas), este blog e esta pessoa aqui (que tem uns devaneios mentais muitoooo grandes) deseja a todos que aqui passam regularmente ou por simples engano um Feliz Natal! Que todos os ajuntamentos familiares sejam um grande conforto no vosso coração, e que exista sempre muita alegria!

Feliz Natal :)

Modo natalício ON!


sexta-feira, 21 de dezembro de 2012

Bienvenido Inverno!


Diz-se que é o fim do Mundo, mas até agora amanheceu e bem, com sol e sem nuvens.
E entramos no Inverno...

"Whatever tomorrow brings I'll be there, with open arms and open eyes"

...


quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

Vale a pena...

Fernando já deixou de ouvir as palavras, não dorme, mas saiu dali a pensar. Tudo por causa de uma palavra. A palavra é "sinédoque" e a boca torce-se ao pronunciá-la. Fernando disse-a algumas vezes baixinho e pensa agora na definição, "Figura de estilo que consiste em tomar a parte pelo todo ou o todo pela parta; o género pela espécie ou a espécie pelo género, etc.". Diverte-o esta definição porque parece aplicar-se a todas as palavras. Depois pensa no et caetera e começa a esticá-lo, "Um verbo por uma vida, um gesto por um ser, palavras por um pensar". Na frase "O professor é monótono", Fernando encontra três sinédoques e uma tristeza muito grande.
        Fernando passou o resto do dia a encontrar sinédoques para onde quer que olhasse. "Como toda a gente", pensou. "A vida é dura", "Um homem não é de ferro", "Deus é grande". Mas há quem não tenha uma vida dura e seja de ferro e tenha um deus pequenino. É gente que testa a regra ou então que anda por aí calando e faz como vê fazer. Se um dia alguém se levantar no eléctrico e disser que é feliz, provavelmente será linchado, talvez até ignorado. Porque é que ninguém é feliz nos eléctricos?
        As pessoas gostam de usar palavras que não são de ninguém. Todos os dias há milhões de sentimentos, de desejos, de opiniões expressas com palavras forasteiras. Quantas vezes serão os sentimentos a adequar-se às palavras, e não o contrário? Seremos tão parecido que não precisemos de encontrar as palavras que nos sirvam?
        Os artistas têm muitos nomes para diferentes azuis, os esquimós têm muitas palavras para diferentes tipos de gelo. Os apaixonados deveriam ter também muitas palavras para "amor": o amor da manhã, o amor do fim, o amor do passado, o amor possível. Todos deveríamos ter diferentes palavras para "eu": o eu que eu sinto, o eu que tu vês, o eu que eu não sou.        A parte pelo todo ou o todo pela parte. Andamos nisso, a praticar sinédoques como se falássemos ou quiséssemos bem a alguém, tomando a parte pelo todo que não haveremos nunca de conhecer. Assim, conseguimos dormir muitas noites enquanto dizemos para dentro "está tudo bem, não penses mais nisso". Isso em que não pensamos é o resto do todo. São as horas que não vivemos, as palavras que não nos são ditas, as espinhas que pomos de lado tão gulosos da carne. Ninguém apanharia um eléctrico sem sinédoques, ninguém é tão forte.
Nuno Camarneiro em "No Meu Peito Não Cabem Pássaros

Só para partilhar :)


Um puto, o Pedro, que tem 6 anos. Sempre que o encontro habituei-me a trocar galhardetes com o fedelho.
- então puto, como vai isso? 
- vai bem. Tu e a tua amiga são namorados? 
- olha olha, o que sabes tu sobre essas coisas? 
- sei muito. 
- ahh, então diz-me lá o que é gostar de alguém. 
- É fácil, é querer dar beijinhos pela manhã quando a pessoa cheira mal da boca

Daqui E

To do

Gosto mesmo quando as coisas correm à maneira. Claro que metade das vezes isto acontece a utilizar o plano B, C ou D, mas o certo é que vão encaminhando.

Neste momento o plano compras de Natal está em curso: o que tinha que ser encomendado está feito e prestes a chegar, o que falta está pensado e apenas precisa de tempo e disposição para ser finalizado.

O plano X (com riscos que ela venha aqui não pode ser comentado) está a encaminhar, e parece que se concretiza a dia e hora esperado.

Ainda há o programa deste fim-de-semana para tratar e a passagem de ano para organizar maaas nada de desânimos porque até ao dia vai estar mais do que pronto :)


Sim, estamos nesta fase que está tudo muito a meio caminho, mas vendo pelo lado positivo, não tarda o monte inverte para o lado done num abrir e fechar de olhos...Hope so :)

sexta-feira, 14 de dezembro de 2012

...

Android 10 Sara 0

estou capaz de atirar o telemóvel pela janela e mandar a TMN dar três voltas ao baralho!

Fazem falta...









Dias assim :)
No primeiro fim-de-semana tive visitas em Monsaraz, que coincidiu com a inauguração do presépio na vila, e valeu tanto a pena. 
Obrigada*

Ainda nas leituras...

Que A Sombra do Vento é o meu livro preferido até à data, não há dúvida nenhuma; que Carlos Ruiz Záfon juntamente com João Tordo são os escritores preferidos até à data, também não há dúvida nenhuma.

Mas este Prisioneiro do Céu tira qualquer um do sério... 400 páginas em dois dias e nem dei conta disso. É  simplesmente genial! Não tira o mérito ao primeiro, primeiro é primeiro e A Sombra do Vento é do melhor até agora. O segundo livro do autor já não gostei tanto, é Barcelona descrita como só ele sabe, é a escrita dele, mas não tem tanto encanto como o primeiro e agora o terceiro.
Fiquei vidrada durante dois dias e só tinha vontade de voltar a ler os outros dois livros anteriores. Apesar de serem as mesmas personagens, os livros são independentes uns dos outros e podem ser lidos na sequência que o leitor quiser.

Barcelona aos olhos deste senhor é ainda mais encantadora.


domingo, 9 de dezembro de 2012

Operação Natal

A parte positiva é que na teoria já encontrei algo que quero oferecer e a quem, ligando o engraçado às necessidades da pessoa.
A parte negativa é encontrar aquilo que pensei.
Não está mesmo nada mau...


Das leituras...

Aqui há tempos estava a ler um livro que pelo título o meu comentário foi: "é mais do mesmo...", o livro chamava-se A última testemunha de Auschwitz, não foi 100% mais do mesmo, foi um bocado mas não por completo. É claro que é sempre chocante, estamos a falar de relatos de acontecimentos reais, que nos deixa a pensar como é possível algo deste género ter acontecido...e nem foi assim há tanto tempo.

Quando o acabei foi pela altura do meu jantar de despedida em Sines, e estava de conversa com uma amiga do trabalho que me aconselhou outro livro também acerca do campo de Auschwitz mas de outra perspectiva, continua a ser visto de dentro, por um judeu Italiano, mas tem outra maneira de ver o campo, fala mesmo das leis (ou falta delas) dentro do campo, regulamentos e hierarquias, o modo de funcionar, como sobreviver. Não é um relato igual a tantos outros já publicados é mais um relato sobre as estratégias de sobrevivência, com referência a acontecimentos claro, mas a explicar como funcionava lá dentro.

 "A memória é um instrumento curioso: enquanto estive no campo, dançaram-me na cabeça dois versos escritos por um amigo meu há muito tempo:
...até que um dia 
já não terá sentido o amanhã. 
Aqui é assim. Sabem como se diz "nunca" na gíria do campo? "Morgen Fruh", amanhã de manhã."


Daqui, recomenda-se: Se Isto É Um Homem de Primo Levi

sábado, 8 de dezembro de 2012

Daqui recomenda-se...


Ultimamente os filmes que ando a ver rondam isto...
É antigo, é verdade, mas é excelente! Muito bom!
Fora ali a parte que um corta o calcanhar de aquiles ao gajo, nunca mais olhei para os meus calcanhares da mesma maneira.

terça-feira, 4 de dezembro de 2012